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terça-feira, 23 de novembro de 2010
O Hábito de Levar Seu Próprio Vinho ao Restaurante e a Taxa da Rolha.
Acredito como Sommelier de Restaurante que este habito de levar para o restaurante tenha nascido de clientes que ao visitarem o restaurante da primeira vez ,não encontraram o vinho desejado na carta do mesmo, assim sendo começaram a levar seu próprio vinho. Isso pode acontecer, por maior que seja o cuidado do restaurateur para manter sua adega dentro de um padrão de excelência, afinal hoje em dia temos uma notória quantidade de importadoras no Brasil.
Com o passar do tempo, o hábito acabou se tornado um mau costume. Muitos clientes passaram a se sentir no direito de trazer qualquer vinho e não mais os vinhos tops e que a carta não possuía, isso a certo ponto é ruim, pois um cliente não sabendo da situação em uma mesa pode achar que aquele restaurante bom que ele foi indicado tem na carta um vinho de prateleira de supermercado, ”nada contra os vinhos do supermercado se bem adegados mas que queima a imagem do restaurante a queima. A ideia passou a ser a de economizar. Para que vou pagar mais caro se posso levar de casa?
E a verdade é que temos que cobrar para manter a casa em ordem, se não logo os clientes estariam trazendo a sobremesa de casa ! A solução foi a instituição da taxa de rolha. Cada restaurante tem seu próprio modelo de cobrar a taxa, No figueira que trabalhei o valor é de R$50,00,já no Fasano é R$ 100,no Paris 6 cobrava R$ 30,00 e tem quem cobre 20% do valor real do vinho. A meu ver, o correto seria não aceitarmos isso, a não ser quando se trata realmente de um branco ou tinto excepcional que justifique o procedimento. Nesse caso, é até uma honra para a casa compartilhar com o cliente de um momento raro de sua vida.
Mas qual seria a melhor maneira de fazer isso? O cliente deve comunicar o restaurante com antecedência e enviar a sua garrafa. A bebida receberá então os cuidados que merece. Será aberta, decantada e mantida na temperatura correta, para ser servida em grande estilo na hora exata. É essencial que haja essa união entre o consumidor e o sommelier da casa.
De todo jeito, trazer um vinho para o restaurante, por mais nobre que seja o rótulo ou a safra, não é a melhor maneira de bebê-lo. Ele vem chacoalhando pelo caminho, o que aumenta a acidez, e depois é aberto sem o devido repouso e servido fora da temperatura ideal. Já tive casos do cliente chegar com vinhos tops maduros cheios de borras e pedir pra abrir, O certo seria este passar pelo menos 24 horas em pé para assentar a borra ou tomar café sem cor mesmo.
Eis uma ideia que a imprensa deveria ajudar a divulgar: ao pagar a taxa da rolha, o cliente agrega valor ao grande vinho que comprou. Porque não se trata apenas do preço da garrafa. Para degustar um bom branco ou tinto, é necessário um serviço adequado, copos corretos e um garçom refinado para servir. O ritual faz parte de uma boa degustação.
Entretanto, se nos limitássemos apenas às degustações de um grande vinho, nem taxa de rolha precisaríamos cobrar. Porque aquele que paga R$ 10 mil em uma garrafa está acostumado a recompensar um serviço à altura.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Vinho tinto pode controlar diabetes tipo 2
Uma taça da bebida ao dia poderia substituir medicação, mas especialistas alertam que o hábito de beber traria outros riscos
(Martin Bernetti / AFP)
A Universidade de Recursos Naturais e Ciências da Vida, em Viena, na Áustria, acaba de descobrir mais um dos benefícios que o vinho tinto pode trazer à saúde. Segundo Alois Jungbauer e sua equipe, uma taça ao dia da bebida pode manter a diabetes tipo 2 sob controle.
Isso acontece porque, conforme revelou o estudo da equipe, uma pequena taça de vinho contém a mesma quantidade de PPAR-gamma (substância ativa no controle dos níveis de açúcar no sangue) presente em uma dose de medicamento usado no tratamento da doença. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores compararam as quantidades da substância em doze tipos de vinho e concluíram qaue os tintos tinham mais PPAR-gamma que os demais. Então, eles analisaram os efeitos dessa substância nas células e determinaram que ela existia em proporções suficientes para competir com a droga Avandia.
Apesar da boa notícia, alguns aspectos devem ser considerados antes de uma adesão imediata à dose diária da bebida. A organização Diabetes UK, da Grã-Bretanha, por exemplo, reagiu ao estudo argumentando que vinho é muito calórico, o que pode levar ao aumento do peso e a conseguinte perda de todos os benefícios advindos das propriedades da bebida.
Os pesquisadores do estudo austríaco replicaram, dizendo que, ingerido com moderação e acompanhado de uma dieta de calorias, o vinho seria uma ótima alternativa à medicação. “'Moderação' quer dizer uma taça ao dia para mulheres e duas para os homens”, explicou Jungbauer. “Nosso grande problema é pregar um estilo de vida saudável, porque vinho em excesso causa diabetes e obesidade”, acrescenta.
Diabetes - A doença ocorre quando o pâncreas é incapaz de produzir insulina suficiente – hormônio que controla a quantidade de açúcar no corpo. Há também casos em que a insulina é produzida, mas não funciona adequadamente. Grandes quantidades de açúcar no sangue, por sua vez, podem levar a problemas cardíacos, cansaço, cegueira, danos nervosos, problemas nos rins e apoplexia.
Mais você e Sommelier e Gourmet em Harmonização de Nhoque de Feijão Branco e Malbec/Syrah
Nhoque de Feijão Branco
- 600 g de feijão branco cozido e temperado a gosto (sem o
caldo)
- 1 ovo grande
- 100 g de queijo parmesão ralado
- 100 g de farinha de trigo
- queijo parmesão ralado a gosto
SUGESTÃO: MOLHO DE LINGÜIÇA TOSCANA
- 2 colheres (sopa) de manteiga
- 150 g de bacon picado
- 650 g de lingüiça toscana sem pele e esfarelada
- 100 g de cebola picada
- 5 dentes de alho amassados
- 1 alho poró médio picado
- 500 g de tomate sem pele e semente picado
- 500 ml de molho de tomate
- 250 ml de água
- 1 colher (chá) de semente de erva doce
- cheiro verde picado e sal a gosto1 - Num processador coloque 600 g de feijão branco cozido e temperado (sem o caldo) e bata até formar uma massa homogênea. Coloque a massa em uma tigela e deixe esfriar. (DICA: o feijão pode ser batido no liquidificador, mas coloque 2 colheres de sopa do caldo do cozimento para bater mais fácil) 2 - Depois da massa esfriar adicione (na tigela) 1 ovo grande, 100 g de queijo parmesão ralado e AOS POUCOS 100 g de farinha de trigo e vá misturando até a massa ficar homogênea e consistente. 3 - Transfira a massa para uma superfície enfarinhada. Pegue uma pequena porção da massa, coloque na superfície e com as mãos vá enrolando até formar um cilindro fino. Com uma faca corte os nhoques. Repita este procedimento com o restante da massa. 4 - Vá colocando os nhoques aos poucos em uma panela com bastante água fervente. Conforme os nhoques forem subindo à superfície, retire-os com uma escumadeira e vá arrumando em um refratário. Por cima dos nhoques coloque o molho de sua preferência, polvilhe queijo parmesão ralado a gosto e sirva a seguir. MOLHO DE LINGÜIÇA TOSCANA 1 - Em uma panela coloque 2 colheres (sopa) de manteiga, 150 g de bacon picado, 650 g de lingüiça toscana sem pele e esfarelada e leve ao fogo médio, mexendo até dourar (10 minutos). Adicione 100 g de cebola picada, 5 dentes de alho amassados e 1 alho poro médio picado e refogue bem. (3 minutos). Acrescente 500 g de tomate sem pele e semente picado, 500 ml de molho de tomate, 250 ml de água, 1 colher (chá) de semente de erva doce, cheiro verde picado e sal a gosto, misture, abaixe o fogo e cozinhe por 15 minutos.
Hoje pela manha me surpreendi com a Ana Maria fazendo um Nhoque diferente,já trabalhei em muitos restaurantes e já vi diversas massas de nhoque com cores diversas feitas com varios tubérculos,mandioca,mandioquinha,beterraba,batata e até de banana verde, mas como o da Ana Maria não feito com Massa cozida de feijão branco acompanhado de molho de tomate fresco,muitas especiarias e linguiça toscana,se compararmos a estrutura do prato podemos usar praticamente os vinho para um Cassoulet (tradicional feijoada Francesa com feijão branco,carne de cordeiro e pato) mas no nosso caso um pouco menos gordo,que também já abre o leque para vinhos jovens e frutados.
Harmonizando
Feijões são na maioria das vezes forte em sabor e austeros ao paladar ,o que pede vinho não muito tanico, frutado e de bom corpo,Já para os outros ingredientes: manteiga,Linguiça Toscana,molho de tomate e diversas especiarias, precisaríamos de um vinho com elevada acidez para cortar um pouco tanta gordura e de boas especiarias para não perder para o prato final.
Bom corpo+ Frutado+Não muito tanico+Boa acidez+Boas especiarias= Malbec com Syrah.
Um blend Malbec/Syrah uni os dois em especiarias da syrah e macies e corpo do malbec tornando o vinho ideal ,você pode tambem usar vinhos do velho mundo como os usados para o Cassoulet,Cchateauneuf du pape,Côtes du Rhône e até um Bourgonha que representa bem as caracteriscas citadas acima,mas vamos de novo mundo hoje,escolhi o Trumpeter Malbec-Syrah 2007.
Trumpeter Malbec-Syrah 2007
Elaborado com as uvas Malbec e Syrah provenientes de vinhedos de altitude, o vinho passa ainda por um estágio de nove meses em barricas de carvalho americano (70%) e francês de segundo uso (30%).
De cor rubi concentrada e algum reflexo violáceo, o vinho apresenta aromas de frutas vermelhas compotadas, notas florais e de baunilha. Na boca, taninos finos se equilibram com boa acidez.
Preço: R$ 45
Onde: Zahil (11) 3071-2900
Um vinho Honesto de bom preço/qualidade e de um produtor que particularmente gosto muito,espero que goste e boa harmonização e ótima semana.
sábado, 20 de novembro de 2010
Beaujolais Nouveau,Chegou, já esgotou na Mistral e o restaurante Durski com a melhor carta do Brasil 2010 tem !!!
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| Restaurante Durski em curitiba melhor carta 2010 do Brasil |
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| Joseph Drouhin |
SERVIÇO:
Durski International Cuisine
Av. Jaime Reis, 254
Telefone: 3225-7893
Durski International Cuisine
Av. Jaime Reis, 254
Telefone: 3225-7893
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