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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Vinícola Perini fornece suco de uva para crianças da Fundação Thiago Gonzaga


A Vinícola Perini é a fornecedora oficial do suco de uva 100% natural para as crianças atendidas pelo Projeto Vida, da Fundação Thiago Gonzaga. O projeto tem o objetivo de mobilizar a sociedade por meio de ações educativas, produzindo mudanças de comportamento, cultura e humanização do trânsito. Umas das iniciativas é o espetáculo teatral “Contador de Histórias”, que ensina aproximadamente 150 crianças por dia, de 2 a 7 anos, a se comportarem com mais segurança no trânsito, como por exemplo, andar de mãos dadas com um adulto quando estiver na rua, a andar no banco de trás do carro, entre outras dicas. “Essa colaboração tem um valor inestimável para nós, pois recebemos diversas crianças e seria inviável comprar os produtos, já que a instituição não tem fins lucrativos”, reconhece Diza Gonzaga. “Além de ser saudável e nutritivo, as crianças adoram tomar suco de uva”, diz ela.




Crédito das fotos em anexo: Texto Sul / Divulgação



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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Ibravin anuncia vinícolas destaques de 2010

Projetos Wines of Brasil e Vinhos do Brasil fizeram balanço do ano premiando com o troféu Saca-rolhas as empresas de maior destaque no ano

O Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) divulgou as vinícolas destaques 2010, escolhidas por meio de votação das empresas participantes dos projetos de promoção no mercado interno (Vinhos do Brasil) e por desempenho no mercado externo (Wines of Brasil, realizado em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). A entrega do troféu Saca-rolhas foi feita nesta terça-feira (7) à noite, na vinícola Lovara, em Bento Gonçalves (RS).

O presidente do Conselho Deliberativo do Ibravin, Júlio Fante, comentou que o ano foi de muito trabalho para as vinícolas brasileiras. “Apesar das dificuldades, encerramos o ano alegres por ter a certeza do dever cumprido: construímos a imagem e a confiança dos produtos derivados da uva elaborados no Brasil junto aos consumidores e aos formadores de opinião”, afirmou. “Este resultado amplamente positivo, que se reflete nas vendas de vinhos, espumantes e suco de uva, é fruto do empenho de todas as empresas”, reconheceu. “O melhor do ano é chegarmos ao seu encerramento convictos de que o setor vitivinícola está mais forte e unido”.

Os gerentes dos projetos Wines of Brasil, Andreia Gentilini Milan, e do Vinhos do Brasil, Diego Bertolini, anunciaram juntos os resultados do ano. “Estamos cada vez mais caminhando lado a lado. Este foi um ano fundamental para a comunicação da imagem do vinho brasileiro, a começar pela definição do nosso posicionamento de marca para o consumidor, que culminou na integração das logomarcas usadas para os mercados externo e interno”, comentou Andreia. Bertolini, por sua vez, ressaltou o sucesso alcançado pelo Ibravin no aumento da percepção de qualidade sobre a categoria de vinhos brasileiros.

Entre os números anunciados estão a participação de 60 vinícolas em nove feiras no Brasil e no mundo, com a prospeção de quase R$ 12 milhões em negócios. Ainda foram realizados 65 eventos em três estados do Brasil e em nove países pelo mundo. Durante o ano, foram trazidos pelo Projeto Imagem Nacional e Internacional 86 jornalistas de 10 países e cinco estados brasileiros.

Wines of Brasil
Miolo, Salton, Pizzato e Lidio Carraro foram os grandes destaques do ano, por desempenho, do Wines of Brasil. A Miolo ganhou em duas categorias: venda para o maior número de países (18) e o maior valor exportado entre as 37 vinícolas participantes do projeto de exportação do Ibravin e da Apex-Brasil.

O maior crescimento nas vendas ao exterior foi obtido pela Pizzato, com acréscimo de 2.751% nos seus resultados de 2010, na comparação com 2009. A Lidio Carraro foi a vinícola que mais participou das ações realizadas pelo Wines of Brasil em 2010, estando presente em 17 eventos no exterior. O maior valor em contrapartida ao projeto foi da Salton.

Vinhos do Brasil
Pelo projeto Vinhos do Brasil, as empresas destaques do ano foram Dal Pizzol (pela recepção aos jornalistas do Projeto Imagem do 5º Concurso Internacional de Vinhos do Brasil), Salton (também pela recepção aos jornalistas desta vez do Projeto Imagem da 18ª Avaliação Nacional de Vinhos), Pizzato (pela recepção aos profisisonais do Projeto Imagem do Senac), Miolo (empresa destaque no mercado interno 2010).

Os votos foram dados por jornalistas e sommeliers presentes nos Projetos Imagens realizado pelo Ibravin durante o ano. Patrícia Carraro, da Lidio Carraro, foi eleita pelos representantes das vinícolas como a profissional destaque do ano no mercado interno.

Veja os vencedores:

Wines of Brasil
1) Maior valor exportado: Miolo
2) Maior crescimento em exportação: Pizzato
3) Maior número de países: Miolo
4) Maior Participação em ações do projeto: Lidio Carraro
5) Maior valor em contrapartida ao projeto: Salton

Vinhos do Brasil
1) Desatque do Projeto Imagem do 5º Concurso Internacional de Vinhos do Brasil: Dal Piazzol
2) Destaque do Projeto Imagem da 18ª Avaliação Nacional de Vinhos: Salton

3) Destaque Projeto Imagem do Senac: Pizzato
4) Empresa destaque no mercado interno 2010: Miolo
5) Profissional destaque de 2010: Patrícia Carraro

Crédito das fotos em anexo: Gabriela Kleinowski
Legenda: Representantes das vinícolas destaque 2010 exibindo o troféu Saca-rolhas

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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Andina sp e finca la Celia levam voce até Mendoza

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Mario Geisse o Enólogo !!!




    
Mario Geisse
“O enólogo que transformou o espumante brasileiro em atração global"

Mario Geisse, entre as 100 personalidades mais influentes na revista Época, pelo seu destaque no mundo do vinho. Como visionário, acreditou  e apostou há mais de 30 anos no potencial do solo e do clima de Pinto Bandeira, região da serra gaúcha, como ideal para produção de espumantes sofisticados. Sua aposta se confirma na alta qualidade e reconhecimento internacional de sua linha de espumantes Cave Geisse, hoje uma referência.
Seu projeto de trabalho vem sendo baseado na escolha criteriosa do melhor terroir específico para cada uva, em diferentes partes do mundo. É assim, com seus consagrados espumantes elaborados no sul do Brasil, bem como com seus premiados Carmeneres e Cabernets do Chile.
Um sonhador, inquieto e perfeccionista, que ama o que faz, e que hoje é reconhecido por toda a dedicação ao mundo do vinho e seu grande aporte ao Brasil.


Ao lado, a matéria na integra.

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                                                                                  Revista Época – 13/12/10  - no. 656 – pág. 99




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sábado, 18 de dezembro de 2010

Críticos ingleses destacam que espumante brasileiro precisa de um nome

Após visitarem vinícolas na Serra Gaúcha, Jonathan Ray e Charles Metcalfe chegaram a uma conclusão – os espumantes são um símbolo do Brasil e devem se tornar uma categoria única.
Charles Metcalfe e Marcelo Copello na sede do Ibravin degustando 30 espumantes

Dois conhecidos jornalistas e escritores ingleses especialistas em vinhos – Jonathan Ray e Charles Metcalfe – são unânimes em apontar a necessidade de se encontrar um nome para o espumante brasileiro. A conclusão de ambos os críticos veio depois de eles visitaram, separadamente, algumas vinícolas da Serra Gaúcha, onde puderam experimentar a diversidade e a qualidade do espumante elaborado no Brasil. Eles foram trazidos à principal região produtora de vinhos e derivados do País pelo projeto Wines of Brasil(Wof), realizado pelo Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho) e pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).
“Os espumantes são o futuro do Brasil. Ele poderão ser para o Brasil o que a Carménère é para o Chile, a Malbec para Argentina e a Tannat para o Uruguai”, disse Jonathan Ray, reconhecido escritor de vinhos e jornalista colaborador de diversas publicações no Reino Unido. “Acredito que os espumantes poderiam ser uma categoria especial – algo como Brut de Brazil – do mesmo modo que a África do Sul, por exemplo tem o cap classique”, observou, acrescentando que os consumidores brasileiros e os visitantes estrangeiros, especialmente atraídos pela Copa do Mundo de Futebol e pelas Olimpíadas, poderiam se acostumar a reconhecer esta nova categoria de bebidas genuinamente brasileira. “Ele poderiam pedir, posso ter uma taça de Brut de Brazil, por favor?”, exemplificou.
Jonhatan Ray e Flávio Piazzato


Após degustar 30 espumantes brasileiros, ao lado do jornalista brasileiro Marcelo Copello, na sede do Ibravin, em Bento Gonçalves, Charles Metcalfe foi enfático: “vocês precisam encontrar um nome para o espumante brasileiro, a exemplo da Cava”. Copello concordou, dizendo que as borbulhas verde-amarelas são um diferencial do Brasil no mundo do vinho, pela variedade de estilos e aromas.
“Vocês têm a vantagem que o Brasil tem uma imagem muito positiva no mundo inteiro. A maior parte das pessoas enxerga o Brasil como  um país amável e divertido”, disse Metcalfe, jornalista independente que escreve para Decanter (Reino Unido), Meininger Wine Business International (Alemanha), World of Fine Wine (Reino Unido) e Wine, a essência do Vinho (Portugal), entre outras publicações.

Dos 30 espumantes degustados por Metcalfe e Copello, 13 receberam nota acima de 88. “Foi um resultado excelente”, comenta a gerente de Promoção Comercial do Wines of Brasil, Andreia Gentilini Milan.

As fotos são da Bárbara Ruppel / Wines of Brasil.

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Justiça nega liminar que pedia cancelamento do Selo Fiscal nos vinhos

Obrigatoriedade para implantação do selo nos produtos nacionais e importados, nas vinícolas, engarrafadoras e importadoras, começa dia 1º de janeiro de 2011.
A 8ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal negou um pedido de liminar impetrado pela Abrade (Associação Brasileira de Bebidas) contra a aplicação do Selo de Controle Fiscal, determinado pelo secretário da Receita Federal, por meio da Instrução Normativa RFB nº 1.026, publicada dia 16 de abril deste ano no Diário Oficial da União. O juiz Márcio de França Moreira indeferiu o mandado de segurança coletivo da Abrade que solicitava o direito dos seus associados (um em Pernambuco e todos os demais no Rio Grande do Sul) de proceder a produção e a importação de vinhos sem a necessidade de implantar a “selagem especial”.

O processo foi julgado extinto, sem resolução do mérito, portanto, sem possibilidade de recurso. “A competência para expedir atos administrativos de caráter normativo sobre matéria tributária federal é exclusiva do secretário da Receita Federal, ao passo que aplicar concretamente as normas gerais é privativa dos delegados e inspetores da Receita Federal do Brasil”, justificou o magistrado. 
Dessa forma, a implantação do Selo de Controle Fiscal para os produtores nacionais e importadores começa no dia 1º de janeiro de 2011. A medida determinada pela Receita Federal atende a um pedido das principais entidades representativas do setor vitivinícola brasileiro. Os selos a serem utilizados nos vinhos importados serão da cor vermelha combinada com marrom. Os selos dos vinhos brasileiros serão verdes com marrom. 
Esta semana, várias vinícolas já começaram a selar seus vinhos e espumantes que chegarão ao mercado em janeiro. A Cooperativa Vinícola Garibaldi já prepara um lote novo de espumantes todo selado. “Inicialmente, estamos colocando o selo manualmente. Mas nos próximos dias vamos colocá-lo junto com a rotulagem automática”, afirma o presidente Oscar Ló. “O selo não atrapalha em nada o visual dos produtos, será sim uma forma de combater o comércio irregular de vinhos e derivados”, destaca.

Conforme a Receita Federal, os vinhos só poderão sair das vinícolas, engarrafadoras e importadoras com o Selo de Controle a partir de 1º de janeiro de 2011. Os atacadistas e varejistas deverão comercializar vinhos com o selo depois de 1º de janeiro de 2012. O objetivo do selo é aumentar o controle no comércio de vinhos brasileiros e importados, beneficiando quem trabalha dentro das obrigações legais e de mercado.

Confira os prazos de implantação do Selo de Controle Fiscal nos vinhos
1) As empresas que produzem, engarrafam e importam vinho tiveram até o dia 29 de outubro para pedir o Registro Especial, informando à Receita Federal a previsão de consumo de Selos de Controle para 2011.

2) A partir do dia 1º de janeiro de 2011, os vinhos só poderão sair das vinícolas e engarrafadoras com o Selo de Controle. O mesmo vale para os vinhos importados. A medida não vale para as safras mais antigas mantidas nos restaurantes.

3) A partir do dia 1º de janeiro de 2012, os atacadistas e varejistas só poderão comercializar os vinhos com selo de controle. Se a fiscalização da Receita encontrar nos estabelecimentos comerciais os vinhos sem o selo, apreenderá a mercadoria. 
Crédito das fotos em anexo: Orestes de Andrade Jr. / Ibravin

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Vinho ajuda no combate a diabetes, hipertensão e excesso de colesterol


Nas visitas aos vinhedos, descobrimos pequenos truques para proteger as plantas e os cachos de uva. Saquinhos plásticos evitam que as folhas se queimem na aplicação de fertilizantes e herbicidas. A companhia das oliveiras faz muito bem às parreiras. É que as plantas que dão azeitona crescem muito, e os vinhedos entram na competição e crescem também.

Como há rosas perto das parreiras, e não é só pela beleza das flores. É uma forma de saber se há pragas por perto. As rosas são mais sensíveis e são atacadas, primeiro. Assim, fica fácil o agricultor identificar a doença e evitar que ela se espalhe.
Esses tipos de associação são muito comuns na agricultura e também na ciência. Muitas vezes, é assim que se encontra a luz no fim do túnel.
Por exemplo, o vinho contribui para a longevidade na Serra Gaúcha? O povo da região acredita que sim, e fica fácil entender vendo a disposição da produtora de vinhos Maria Carrer, de 79 anos. Ela fica o dia inteiro na lida. Os filhos e netos se preocupam. “Ultimamente, eles não querem mais que eu trabalhe. Mas eu não consigo, eu gosto da roça”, diz. E a explicação que ela nos dá é muito simples: “eu me sinto feliz”.
O vinho está todos os dias na mesa da produtora de vinhos Maria Carrer, do enólogo Idalêncio Angheben, do enólogo Angel Antonio Mendoza e do engenheiro Ivan Carlos Regina. Não é à toa que os cientistas estão de olho no que guarda cada taça.
O pesquisador Guido Lenz, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), procurou respostas a respeito do câncer. Nos testes de laboratório, o resveratrol foi capaz de matar as células de câncer no cérebro e, ao contrário do que acontece na quimioterapia, ainda protegeu as células saudáveis. “Foi uma surpresa muito grande um composto que é tão bom com células boas ser tão mau com as células ruins”, aponta.
Em outro laboratório, agora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, o professor Roberto Soares de Moura retirou o álcool do vinho. O líquido, transformado em pó, foi dado a ratinhos com pressão alta. Os animais tiveram a pressão normalizada. O resultado foi além do esperado. “Essas substâncias químicas extraídas do vinho ou da casca da uva têm efeito antihipertensivo, antidiabético e redução de colesterol, que seria benéfico no tratamento da chamada síndrome metabólica. É tudo em um pacote só”, afirma.
 

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Coppola diz que financia filmes com produção de vinho


AE - Agência Estado
Aos 71 anos, Francis Ford Coppola considera-se, enfim, um homem livre. O diretor da saga do Chefão e de filmes como "A Conversação" e "Apocalypse Now" usa o dinheiro que ganha na produção de vinhos para financiar a atividade cinematográfica. Não depende mais de produtores nem estúdios. Enfim, livre - foi o que Coppola veio dizer à imprensa do País, reunida ontem no Centro de Convenções da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap). O assunto predominante foi a estreia, dia 10, de "Tetro".
O novo Coppola trata de um tema recorrente na obra do diretor - a relação pai/filho. Ela está no centro de alguns de seus clássicos, inclusive nos filmes que compõem a trilogia do Chefão. Há uma revelação que é melhor não antecipar para não tirar a graça de "Tetro". O filme trata da admiração de um jovem pelo irmão mais velho, a quem reencontra após muito tempo. O próprio Coppola escreveu o roteiro.

"Essa parte é autobiográfica", esclarece o autor. "Quando garoto, venerava meu irmão, que era cinco anos mais velho. Ele me parecia o mais inteligente, o mais brilhante. Queria ser como ele. Achava que seria um sucesso. O acaso da vida quis que ficasse mais famoso que ele, o que foi sempre um motivo de espanto para mim."
No filme, os irmãos têm um pai que é músico - outro elemento autobiográfico. O pai de Coppola, Carmine, era compositor. A autobiografia termina aí. "É um filme muito pessoal, como eu acredito que deva ser." Por conta disso, ele revela uma admiração sem limites pela filha diretora, Sofia. "Quando jovem, ela foi modelo. Estava na capa de revistas, queria ser pintora. Um dia, Sofia me perguntou se não estava sendo diletante, se não deveria tomar um rumo na vida, focar num objetivo. Disse-lhe que o benefício da juventude é não ter de focar em nada, que aproveitasse aquela fase."
Coppola termina atualmente um filme de terror que terá duas cenas em 3D. O formato não lhe interessa particularmente. Ele prefere falar do preto e branco e da cor, que utiliza em "Tetro". "O preto e branco, ao contrário do que muita gente pensa, não é ausência de cor. Exige sensibilidade para transmitir as diferenças de cores por meio de gradações de luminosidade e claro/escuro." Ele fez filmes de grande sucesso e sabe que o cinema tem um lado industrial muito forte. Milhões de pessoas dependem economicamente da atividade. Filmes devem dar dinheiro. Isso não é incompatível com a pesquisa. O cinema que lhe interessa é aberto à invenção, como "Tetro". E o que mais lhe atrai num filme? "O roteiro e a interpretação." A alma do cinema, se o cinema tem alma, passa por aí. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. 

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Wine Tag lança carta de vinhos integrada a redes sociais no iPad,sou um wine tager e vc ?

post via mundo do marketing
"A Wine Tag lançou uma carta de vinhos no iPad integrada a redes sociais que pretende mudar a relação entre apreciadores, sommeliers, produtores e comerciantes. A rede funciona de maneira semelhante as já existentes e tem o objetivo de levar maior conhecimento sobre o universo dos vinhos. O usuário cria um perfil e interage com outras pessoas interessadas nas avaliações dos produtos.
Outra inovação fica por conta das etiquetas QR Code, que permitem que as informações compartilhadas na rede sobre aquele vinho estejam disponíveis em qualquer lugar. É possível acessá-las através das câmeras dos smartphones ou monitores de lojas.  Além desta, há também os monitores Tag Screen que levam diretamente para o ponto de venda a leitura das garrafas e as avaliações feitas pelos usuários na rede.
O primeiro modelo da carta de vinhos pode ser encontrado na Grand Cru em Ipanema.  A rede lançou também um software para iphones, oferece compra coletiva de vinhos, promove enquetes e votações para saber os interesses dos usuários."

www.winetag.com.br
eu sou um wine tager e você ? acesse e se expresse!

Jean Pierre Amoreau do Chateau Le Puy vira Mangá e Sucesso na Ásia.



O mangá japonês Kami No Shizuki ou 'As Gotas de Deus' é uma febre na Ásia. Os protagonistas da história rodam o mundo procurando os melhores vinhos e todos os rótulos apresentados nas revistas são reais.
A série transformou um pequeno produtor francês, Jean Pierre Amoreau, em uma espécie de celebridade relutante.
Há décadas ele fabrica o Château Le Puy, um vinho considerado honesto por especialistas.
Mas, desde março, quando Amoreau apareceu no mangá, as encomendas vindas do outro lado do mundo explodiram.
O francês diz que ficou assustado com o súbito interesse asiático e que sua prioridade é fornecer vinho para seus clientes regulares.
Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil





terça-feira, 30 de novembro de 2010

Recorde inédito: espumante Garibaldi Moscatel conquista 5º medalha consecutiva no país do Champagne


O 8º Concurso Effervescents du Monde, realizado em Dijon, na França, entre 17 e 19 de novembro, premiou a Cooperativa Vinícola Garibaldi com a única medalha de ouro brasileira da competição, assim como em 2007 e 2008. O novo resultado máximo confirma o espumante Garibaldi Moscatel como o recordista nacional de premiações em sua categoria. Ao todo já foram 23 premiações, 12 em 2009, e 11 em 2010, um número sem precedentes no setor vitivinícola brasileiro. A competição, que considera somente amostras de espumantes, reuniu cerca de 100 experientes jurados para avaliar mais de 500 rótulos, de 24 países, seguindo os rigores da ISO 9002.

Na esteira do crescente e constante reconhecimento de seus produtos tanto no mercado doméstico quanto internacional, a Vinícola Garibaldi terá também outros motivos para comemorar o final de ano. Suas vendas de moscatel em 2010 já alcançaram registro de 50% de crescimento, muito acima da média geral do mercado, que acumula alta parcial de 24,6% até outubro, segundo dados do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin). O valor supera também as projeções iniciais feitas pela Garibaldi, que havia estimado vendas 35% maiores em abril.


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Dossiê Botrytis Cinerea,da infecção ao nectar !



Para um verdadeiro apreciador de vinhos, não há nada como provar seu primeiro Botritizado afinal é uma das experiências gustativas que mais marcam o sensorial do enófilo, este vinho magico é elaborado com uvas afetadas por infecção do fungo Botrytis Cinerea, um fungo que ataca diversas outras frutas mas aqui, claro é a uva que trás o verdadeiro néctar. Para melhor desfrutarmos estes exemplares ,é interessante que conhecermos este fenômeno magico da natureza, mais conhecido com o nome “acredite” de podridão nobre, que desperta os aromas e sabores únicos deste estilo de vinho de sobremesa.


Alguns fungos na natureza apresenta se sob 2 formas: uma chamada anamórfica, de reprodução assexuada, por meio de esporos e outra, a teleomórfica, de reprodução sexuada. O que tratamos nesta postagem o Botrytis Cinerea é a forma assexuada esporulante, do fungo teleomorfo  Botryotinia fuckeliana.
Esse fitopatógeno é um polifago, afetando como já disse diversas espécies de frutas e vegetais e constitui um problema de sanidade dos vinhedos. A identificação de diferenças  morfológicas e genéticas  entre algumas linhagens faz supor que este fungo seja de fato, um complexo de , ao menos, duas espécies  crípticas (morfologicamente indistinguíveis) que evoluíram de forma simpatríca (sem isolamento geográfico).



Ao infectar as uvas, o fungo causa a chamada podridão cinzenta, condição que torna as uvas impróprias para a vindima. A alta incidência desta enfermidade tem consequências  econômicas  nefastas na vinicultura.
A infecção se desenvolve  precocemente, no inicio do ciclo vegetativo, a partir de esporos formados em estruturas micelares , que subsistem  durante o inverno, denomidas  esclerotia .os esporos (conídios) , são gerados nas  extremidades  de estruturas filamentares  e ramificadas, Os conidióforos.
orquídea acometida por botrytis
A forma dessas estruturas microscópicas  lembra ironicamente lembram um cacho de uvas. Daí o nome Botrytis (cacho de uvas em grego), sendo que a palavra Cinerea  vem do latim, cinzas, referente a cor acinzentada das colônias de fungo.


Chuvas abundantes,períodos  longos de umidade e enraizamento superficial favorecem o desenvolvimento da podridão cinzenta. A  Rigidez da película das uvas  e os cachos pouco compactados reduzem a incidência da doença.

O fungo começa seu ataque pelas ,inicialmente pelas flores ,particularmente pelas pétalas, a partir deste ponto já estão pré  infectados  os futuros brotos frutais.O fungo começa a produzir pectinase um liquido9enzima) que destrói a pele da uva dando assim acesso ao seu interior.
Com a pele da uva toda perfurada, começa então o processo de suga dos líquidos do bago, em período de bagos maduros é ainda mais rápida a desidratação do bago pois a uva não esta mais conectada ai sistema vascular da planta.

Mas esta história começa a ter seu final feliz a partir deste ponto, uma vez que apenas uma uva tenha sido atacada pelo Botrytis Cinerea ,os demais cachos  da videira passam a sintetizar grandes quantidades de fitoalexinas, como fosse seu próprio anticorpos, produzida apenas por uma classe de vegetais superiores em reação a infecção.


Neste caso a fitoalexina sintetizada é o trans-3,4,5’-trihydroxystilbeno (Úfa),o famoso resveratrol ,substancia  com capacidade para reduzir os processos de arteriosclerose e de carcinogenese. Ao resveratrol como já foi dito neste Blog são atribuídos diversos benefícios do vinho tinto .Mas o fungo não parou por ai, ele produz outra enzima a lacase que tende a negativar o resveratrol, facilitando a invasão de outros cachos.
E ai neste caso como em outros seres vivos uma disputa entre o corpo infectado e o microrganismo patogênico. Em condições especificas como: manhãs nubladas e úmidas, com o restante  do dia seco e ensolarado, em alguns lugares do mundo e para poucas cepas acontece um equilíbrio entre os 3 fatores: o crescimento do fungo estimulado pela umidade matinal, sua inibição, pelas tardes quentes e secas e, ainda, a reação da videira através do resveratrol.

Nestas condições nasce ao invés da podridão cinzenta a podridão  nobre a combinação da planta e do fungo fazem com que a uva desidrate  mas mantenha concentrado seus açúcares .o metabolismo do fungo gera substancias e consome outras ,alterando o suco dentro da uva ,e consequentemente gerando vinhos  diferenciados.


Algumas destas alterações são:

  • ·         Desidratação, com diminuição de líquidos e aumento de concentração do suco.
  • ·         Produção de ácido glucônico (sem impacto sensorial) ácido acético e acetato de etila por bactérias acéticas que tem sua entrada no bago facilitada  pela presença de Botrytis,o típico aroma sutil de acidez volátil, de esmalte e de acetona provêm desta contaminação secundária.
  • ·         Aumento na concentração de açucares ,a despeito  do fungo metabolizar 35% a 40% do açúcar  produzido.
  • ·         Produção de glicerol e outros poli álcoois como manitol e sorbitol ,estas substancias  aumentam a sensação  de untuosidade doçura.

  • ·         Hidrólise dos terpenos, este fenômeno diminui a intensidade aromática nas variedades as quais os aromas terpênicos são importantes na caracterização (como moscatel).nestas uvas a perda de aromas com a botritização é maior  do que com variedades mais neutras ,como a semillon, onde o ganho em complexibilidade aromática que vem da podridão nobre é a maior que a perda de características varietais.
  • ·         As característica frutadas são substituídas por outras  mais complexas, devido a produção de esterases  .
  • ·         Síntese de soloton (3-hydroxy-4,5-dimethyl-2(5h)-furanone) (ùfa de novo),que gera aromas de curry, mel xarope de maça, especiarias, açúcar queimado e nozes.


·         Síntese de álcoois  de formula geral 1-octen-3ol,responsáveis pelo aroma de cogumelos.
·         Metabolismo preferencial  do acido tartárico em relação ao ácido málico limitando a perda de ph causada pela desidratação. A relativa conservação do ácido málico preserva a acidez, responsável  pelo frescor , ante uma concentração elevada de açúcar.

No fim de tudo a uva acometida pelo botrytis é prensada  e produz uma quantidade ínfima de mosto  muito doce e com sabor total do fungo. Todo este processo de desidratação torna a uva passa produzindo assim apenas um cálice de vinho botritizado por videira, produzindo um vinho singular e um dos melhores  vinhos de sobremesa do mundo, Daí seus altos preços.

São vinhos  raros, amplos, complexos muito longevos (passando facilmente de 100 anos de vida) e alguns extremamente caros. Este fenômeno ocorre na Hungria, com seus vinhos Tokaji,na França com seus sauternes, no vale do Loire e na Alsácia (sgn) e, na Alemanha, no vale do Reno, onde são produzidos os  maravilhosos beerenauslese e trockenbeeresnauslese.

No fim da batalha da vinha com o fungo quem ganha somos nós com seus vinhos extremamente longevos encantadores e complexos, para a saúde nos oferece o resveratrol do vinho tinto e a delicadeza dos vinhos doces  como Chateau D’yquem, do tokaji Aszu Ezsenzia ou um Trockenbeerenauslese do Rheingau na Alemanha.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Vinhos Aurora celebram evento de promoção turística na Suécia




                          


Aurora Reserva Cabernet Sauvignon e Aurora Varietal Merlot, da Vinícola Aurora, foram os vinhos servidos no Roadshow MRE/EMBRATUR, realizado em Estocolmo (Suécia), no Stockholm Hilton Slussen. O encontro de promoção do turismo contou com as presenças do Embaixador do Brasil em Estocolmo, Antonino Lisboa Mena Gonçalves, do Secretário da Embaixada Thomaz Guedes e de Daniel Girardo de Brito, da Divisão de Feiras e Turismo. Mais de 100 pessoas compareceram a esse encontro voltado ao trade turístico - entre agentes de viagens e operadores, imprensa especializada e empresas expositoras como TAM, TAP, Iberia, Rede Pestana de hotéis, WaytogoBrasil e Wish International.

A Vinícola Aurora, uma das empresas pioneiras no enoturismo da Serra Gaúcha, recebe mais de 150 mil visitantes ao ano em sua sede, em Bento Gonçalves, com serviço especializado nesse receptivo. A Aurora exporta seus vinhos, sucos de uva integrais, espumantes e coolers (marca Keep Cooler) para mais de 20 países, entre eles Suécia, Polônia, Alemanha, França, Estados Unidos e Japão.


Cooperativa Vinícola Aurora
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Vendas de vinho do Porto para o Brasil são as mais altas desde 2005



O mercado brasileiro já importou mais vinho do Porto até outubro do que em qualquer dos últimos cinco anos.
Jorge Horta
Vinho está entre os produtos que Portugal mais exporta para o Brasil.
Lisboa - As vendas portuguesas de vinho do Porto para o Brasil seguem em alta, com o melhor registo dos últimos cinco anos, de acordo com os dados do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP).Nos primeiros dez meses do ano atingiram 4,47 milhões de euros, valor que colocou o mercado brasileiro no "Top 10" de consumidores de vinho do Porto, cujas vendas somaram 279,8 milhões de euros de janeiro a outubro. 

No ano passado o Brasil ficou na 11ª posição entre os mercados de consumo do vinho do Porto, com importações de 4,1 milhões de euros, ligeiramente abaixo dos 4,4 milhões de euros registados em 2008. As vendas de janeiro a outubro de 2010 ficam acima de todos os registos anuais do IVDP verificados desde 2005.

As exportações deste produto para o Brasil cresceram 43% face a igual período do ano passado, uma evolução bem acima da subida geral das vendas de vinho do Porto de 6,2%, segundo os dados do IVDP. Em Portugal, por exemplo, a facturação do vinho do Porto não foi além de um crescimento de 6,5%, para 37,5 milhões de euros. 

Os dez mercados que este ano têm o maior consumo de vinho do Porto são França (24,4% do valor total), Portugal (13,3%), Holanda e Bélgica (10,9% cada), Reino Unido (10,6%), Estados Unidos da América (7,2%), Canadá (4,9%), Alemanha (3,7%), Dinamarca (3,2%) e Brasil (1,6%). 

O mercado para onde as vendas de vinho do Porto mais estão a crescer este ano é a Rússia (mais 105%), seguida da Dinamarca (98%) e Nova Zelândia (80%).

o IVDP tem procurado dar a conhecer os vinhos portugueses no exterior e no primeiro semestre o Brasil esteve na agenda. Em maio deste ano o IVDP promoveu no Brasil um conjunto de acções de promoção, incluindo duas provas de vinhos do Douro e do Porto no Rio de Janeiro e em Brasília e duas provas comentadas com jantar harmonizado nas mesmas cidades. Em abril as mesmas iniciativas foram levadas a São Paulo e Curitiba.