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terça-feira, 25 de outubro de 2011

The Special Wineries” – degustação de vinhos da Áustria – matéria completa



“Se você quer quiser provar os vinhos mais fascinantes da Áustria, procure os de uvas nativas mais antigas. Entre os tintos, Blaufränkisch, Sankt Laurent, Zweigelt. Na ala das brancas Grüner Veltliner, Gelber Müskateler ou até raridades como a Roter Veltliner não podem ser esquecidas”. Hugh Johnson – Guia de Vinhos 2008
  
Na tarde de 20 de setembro de 2011, tivemos a oportunidade de participar de uma  inédita degustação de vinhos brancos, rosados, tintos e de sobremesa da Áustria. A organização da degustação coube a Lucila Taninaga e Maurício Rodrigues, dirigentes da “The Special Wineries”, única importadora especializada em vinhos da Áustria na América Latina. O local escolhido também foi apropriado: o Restaurante  Austríaco Wolf’s Garten, sito à Rua Lisboa 284, tel 011 3088-4376, comandado por Markus Wolf e sua mulher Mônica. 



Sobre a “The Special Wineries”
Como supramencionado, a importadora tem foco nos vinhos austríacos e detém a exclusividade de 21 das principais vinícolas da Áustria que compreendem uma seleção especial de 70 rótulos entre brancos, rosés, tintos, espumantes e vinhos doces, de uvas “internacionais” e autóctones. A ”The Special Wineries” é apoiada pela Österreich Wein Marketing(OWM) – organização governamental austríaca responsável pela manutenção da qualidade, divulgação e incremento de vendas do vinhos da região.  “The Special Wineries”, www.vinhosdaaustria.com.brRua Geraldo dos Campos Moreira, 17 – Brooklin – São Paulo – 04571-020 – tel. 4306-6151 / 8449.1578

Os vinhos austríacos de destacaram no frescor e na vocação gastronômica
 Vinhos degustados (todos Biodinâmicos):
Loimer Terrassen Reserve 2009 – álcool: 13% – região: Kamptal – uva: Gruner Veltliner – preço: R$ 109,50  
 
Weingut Hirsch Zobing 2009 – álcool: 12% – região: Kamptal – uva: Riesling – preço: R$ 89,70 
 
 
Wenzel Gelber Muskateller 2009 – álcool: 11% – região: Burgenland – uva: Gelber Muskateller – preço: R$ 89,50
 
 
Juris Rosé 2009 – álcool: 11,5% – região: Burgenland – uva: Sankt Laurent – preço: R$ 78,50 
 
Umathum Zweigelt Classic 2009 – álcool: 12,5% – região: Burgenland – uva: Zweigelt – preço: R$ 87,50 
 
 
Heidi Scrock Weinbäuerin in Rust Kraxner 2008 – álcool: 13,5% – região: Burgenland – uva: Sankt Laurent – preço: R$ 107,50
 
 
Prieler Leithaberg 2008 – álcool: 13,5% – uva: Blaufrankisch – região: Burgenland – preço: R$ 179,50
 
 
Weingut Sonnenmulde Eiswein 2003 – álcool: 9,8% – região: Burgenland – uva: Samling – preço: R$ 138,50
 
 
 
 
  
A Áustria vinícola
A maior parte dos vinhedos austríacos concentra-se no Leste e no Sudeste do país. Muitos deles prolongam-se fora de suas fronteiras políticas, por territórios do antigo império Austro-Húngaro. perdidos os vinhedos dos velhos tempos, foram os monges medievais que os replantaram no século X. Atualmente há cerca de 45 mil empresas que produzem anualmente 2,8 milhões de hectolitros de vinho a partir de 50 mil hectares de vinhedos. É uma produção que não cobre a demanda interna de um país no qual são consumidos 37 litros por pessoa ao ano. Na Áustria bebe-se principalmente vinho branco, de preferência vinhos do ano, cuja presença nos bares é anunciada por bandeirinhas com a palavra Huerigen. São vinhos frescos, claros, leves e frutados.
Os vinhos austríacos são classificados em três grandes categorias:Tafelwein, vinho de mesa que deve ter pelo menos 11,5° de álcool;Landwein, equivalente ao vin de pays francês; e Qualitätswein, vinho feito com variedades selecionadas e em regiões cujos nomes devem aparecer no rótulo. Os Prädikat são vinhos de qualidade com normas estritas, em cujos rótulos deve constar, além da safra, o tipo: Kabinett, sempre seco; Spätlese,outro tipo de seco; Auslese, um pouco doce, e seco caso apareça comoTrockenBeerauslese e Trockenbeerenauslese, sempre doces; eAusbruch, vinho de sobremesa.
Há 16 zonas vinícolas divididas em quatro grandes regiões: Baixa Áustria(Niederösterreich, Burgenland), Estíria (Steiermark) e Viena (Wien). A mais importante delas é a Baixa Áustria.
 
 
Clima
Os invernos na Áustria são frios, um pouco úmidos e longos, mas também verões quentes, elevada insolação e o efeito moderador do lado Neusiedler, que a tornam ideal para produção de tintos e brancos.
 
 
Baixa Áustria
É a grande produtora do país, com 75% dos vinhedos. A variedade predominante é a uva branca Grüner Vetliner. Os melhores vinhos são os das regiões de  Wachau (em especial os Kremser e osDünsteiner), Weinviertel (a maior das 16 zonas e produtora de 30% dos vinhos austríacos), Kamptal (onde são elaborados os excelentes, ácidos e picantes vinhos de Grüner Vetliner), Thermen (a região mais meridional da Baixa Áustria, com excelentes vinhos brancos encorpados) e no entorno deBad Vöslau, onde a cepa Portugieser dá origem ao excelente Vöslauer.
  
 
Descrição e avaliação dos vinhos:
  
 
Loimer Terrassen Reserve 2009 – álcool: 13% – região: Kamptal – uva: Gruner Veltliner – preço: R$ 109,50 – vinho Biodinâmico de vinhedo único parreiras antigas plantadas em terraços - palha claro esverdeado. Nariz delicado com notas florais sobre um fundo de fruta de polpa branca. Algumas sugestões defumadas também foram percebidas. Na boca é um vinho macio, fresco, mineral, cítrico, que termina limpo e persistente. Cresceu na harmonização com salada de aspargos marinados com sopa de aspargos. Avaliação: 88,5/100 pts.
 
 
Weingut Hirsch Zobing 2009 – álcool: 12% – região: Kamptal – uva: Riesling – preço: R$ 89,70 – vinho Biodinâmico – Zobing significa “terraço no topo da montanha”. Isto é, as videiras estão plantadas em terraços, como ocorre no Douro. Com três meses de amadurecimento em madeira, apresentou cor palha claro com reflexo esverdeado. Aromas minerais sobre fundo cítrico. Na boca se revelou um vinho denso, encorpado, fresco, vivaz, de média persistência, sem amargor. Cresceu na harmonização com filé de truta acompanhada de raiz forte. Vinho muito elogiado pelos degustadores.Avaliação: 88/100 pts.
 
 
 
Wenzel Gelber Muskateller 2009 – álcool: 11% – região: Burgenland – uva: Gelber Muskateller – preço: R$ 89,50 – vinho Biodinâmico de vinhedo único fermentado em cuba de aço inoxidável palha claro quase translúcido. Nariz de perfil adocicado, a lembrar Moscatel, mesclado a uma nota floral (rosas). Na boca, seu sabor exótico lembra Gewürztraminer, só que mais seco. Estruturado, mastigável, fresco, seu intenso fim-de-boca além do acento mineral, evoca ervas. Média persistência. Foi bem na harmonização com “Gnocchi de abobora com maçã verde”. Avaliação: 87,5/100 pts. 
 
 
 
 
Juris Rosé 2009 – álcool: 11,5% – região: Burgenland – uva: Sankt Laurent (derivada da Pinot Noir)  - preço: R$ 78,50 – vinho Biodinâmico – sedutor na cor salmão brilhante e límpida. Nos aromas fruta vermelha em profusão, com destaque para cereja, framboesa  e morango. Na boca é aquilo que se espera de um rosé: um vinho fresco, frutado, fácil de beber e de perfil gastronômico, eis que cresceu na harmonização com beef tartare.  Avaliação: 87/100 pts.   
 
 
 
Umathum Zweigelt Classic 2009 – álcool: 12,5% – região: Burgenland – uva: Zweigelt – preço: R$ 87,50 - vinho Biodinâmico, colheita manual, vinhedos plantados em planícies. Cor vermelho rubi de média concentração. Aromas poucos intensos com ênfase na fruta vermelha sobre um fundo especiado. Na boca confirmou os aromas, todavia, exibiu corpo magro, taninos leves, boa acidez, madeira sem incomodar (amadurecido em tonel de carvalho austríaco sem tosta – 35.000 a 50.000 litros) e discreto acento  mineral. Pouco persistente, cresceu na harmonização com Goulash de vitello com spaetzle.  Avaliação: 85/100 pts.
 
 
 
 
Heidi Scrock Weinbäuerin in Rust Kraxner 2008 – álcool: 13,5% – região: Burgenland – uva: Sankt Laurent – preço: R$ 107,50 – vinho biodinâmico, vinhedo único e antigo. Fermentação malolática e fermentação em barrica austríaca. Exibiu cor vermelho rubi  intenso.  Pouco intenso nos aromas com alguma fruta.  Na boca um degrau a mais. Tânico (boa qualidade), salivante, estruturado, picante e sobretudo um vinho fresco. Foi muito bem escoltando  ” Wiener Schnitzel com aspargos verdes”.Avaliação: 88/100 pts.
 
 
 
Prieler Leithaberg 2008 – álcool: 13,5% – uva: Blaufrankisch – região: Burgenland – preço: R$ 179,50  -   Vinho Biodinâmico de vinhedo único, de mais de trinta anos plantados  em colinas. Amadurecido durante 20 meses em carvalho austríaco. Apresentou cor vermelho rubi intenso com reflexo violáceo. Alguma complexidade olfativa com fruta madura sobre notas defumadas.  Na boca é um vinho denso, potente, de taninos presentes de boa qualidade. Persistente, foi bem na harmonização com   Lombo Cordeiro com cogumelo porcini e polenta”. Avaliação:  88,5/100 pts.
 
 
 
 
Weingut Sonnenmulde Eiswein  2003 – álcool: 9,8% – região: Burgenland – uva: Samling – preço: R$ 138,50 (375 ml) – Vinho Biodinâmico de uvas colhidas manualmente sob condições de congelamento (- 7° C). Leve prensagem  seguida de fermentação. Amadurecimento por 36 meses em barrica francesa. Apresentou cor  amarelo intenso com reflexo dourado brilhante. Aberto e complexo nos aromas com fruta madura (damasco), mel, própolis  sobre um fundo defumado. Na boca outro vinho que se destaca por seu frescor e elegância.  Além disso é untuoso, equilibrado, fino, delicado, profundo. Toda sua estrutura está calcada na fruta (maçã e geléia de laranja). Termina longo, intenso. Perfeito na harmonização com “Kaiserschmarren com frutas frescas e queijo gorgonzola”. Avaliação: 90/100 pts.
 
 
 
Conclusão
Os vinhos austríacos agradaram. Com a saturação do mercado relativamente à algumas procedências, inclusive do Velho Mundo, o ingresso desse tipo de vinho se reveste numa opção confiável, principalmente por sua nítida vocação gastronômica. Aliás, correta a decisão de apresentá-los  num restaurante de comida austríaca, eis que puderam mostrar todas suas aptidões. Uma das estrelas realmente foi o branco elaborado com a picante branca Grüner Veltliner. Tanto brancos e tintos se mostraram equilibrados, ostentando boa fruta e se destacaram em dois quesitos: fruta e frescor, com vantagem para os brancos. O Eiswein realmente brilhou. Segundo informação do importador, das 5.000 garrafas da primeira importação, restaram poucas, o que não deixa de ser um indicador de sua receptividade. Nem seu preço elevado (R$138,50) prejudicou suas vendas. Agora resta saber se os outros vinhos  terão aceitação  do público. Fica consignada a nossa torcida para que isso ocorra, porque qualidades não lhes faltam. Quem quiser experimentá-los poderá fazê-lo preferencialmente no simpáticoRestaurante Wolf’s Garten, provavelmente o único da cidade de São Paulo especializado em comida e vinhos austríacos. Endereço: Rua Lisboa 284, Jardim Paulista, cep 05413-000 – tel. 011 3088-4376 ouinfo@wolfsgarten.comOu então ligar para a importadora que te indicará os pontos de venda – telefones: 011-4306-6151 / 8449.1578
 
 

sábado, 22 de outubro de 2011

Que tal finalizar com uma bela Grappa de Sassicaia ?





Ahhh a  grappa !bom Depois de uma refeição suntuosa, há ainda um dos rituais em uma mesa italiana que é seguido em diversas partes do mundo hoje. Mas o que é uma boa grappa? Você precisa  ter  o bagaço fresco de um fabricante de bom vinho e os melhores barris de carvalho. E um ótimo profissional de queima de barrica para evocar algo de bom fora destes ingredientes. Grappa di Sassicaia é uma colaboração do San Tenuta Guido Poli e a destilaria em Vicenza (Vêneto).
A grappa é maravilhosamente perfumada. O efeito dos barris é imediatamente perceptível e se integra fundo à,fundindo a bela madeira ao néctar da casca. O aroma e o paladar você tem um aroma bem picante de especiarias, ameixas escuras, e os sabores frescos ainda de melão e abacaxi queimado . Na boca, logo em  seguida, um incêndio picante, mas agradavelmente suave, que dura muito tempo no palato. O final perfeito para uma noite à  italiana.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Os vinhos dos suíços

A Suíça, conhecida pelos seus relógios de grifes "belos e pontualíssimos", por seus queijos e fondue maravilhosos e pela forma ordeira com que seus habitantes exercem sua cidadania, não é da mesma forma conhecida pelos seus vinhos e uvas com a notoriedade de outros países da Europa. Mas os suíços cada vez mais apreciam e acreditam que seus vinhos são compatíveis com os estrangeiros. Isso é o que revelou uma pesquisa encomendada pelos produtores de vinhos organizados da Suíça em 1999, que repetida em 2004 mostrou grande progressão nos resultados, sinalizando um substancial aumento na credibilidade dos suíços em seus vinhos. O que vem acontecendo nos vinhedos suíços é o mesmo que já acontece há algum tempo nos grandes países produtores da Europa e do novo mundo, uma redução na quantidade produzida, em detrimento da qualidade, um dos fatores determinantes para a qualidade final do vinho. Mas numa coisa eles são constantes: a ordem e uniformidade estética que imprimem em tudo que fazem, está retratada na condução de seus parreirais que chamam a atenção pela beleza paisagística e qualidade das plantas e cachos. Fiquei impressionado de ver a beleza dos vinhedos em Satigny, cantão de Genebra, em que boa parte das terras é destinada as culturas agrícolas, incluindo os vinhedos. A aldeia que visitei: Bourdigny, mostrava uma paisagem de cartão postal, com vinhedos conduzidos em sistema de espaldeira, ainda com as uvas tintas das castas Pinot Noir por colher, já no ponto de maturação fenólica e com níveis de açúcar e acidez ideais. Dentre as uvas brancas, a Chasselas ou Chasselas Blanc, é a casta que faz mais sucesso, produzindo um vinho branco refrescante de qualidade que varia entre aceitável a muito bom. Afora esta peculiar variedade, as demais cepas utilizadas são as francesas internacionais: Merlot, Cabernet Sauvignon e Sauvignon Blanc, que vicejam muito bem em solo suíço.
DivulgaçãoA beleza e a qualidade dos vinhedos suíços podem ser vistas neste Satigny, em GenebraA beleza e a qualidade dos vinhedos suíços podem ser vistas neste Satigny, em Genebra

Vinho da Semana

Fendant. Vinho suíço da região de Valley elaborado com a uva Chasselas (a grande branca da Suíça). É um vinho fresco, leve, repleto de fruta e perfeito para acompanhar fondue com queijos mais leves e mais gordurosos. Também é perfeito para iniciar um happy hour e para acompanhar pescados em geral e frutos do mar. Um vinho difícil de encontrar no Brasil, mas que vale a pena conhecer em viagem à Suíça.  

Degustação 

A casta branca portuguesa Alvarinho, conhecida como Albariño em Rias Baixas na Espanha, é de longe a grande uva branca da região dos Vinhos Verdes no norte de Portugal. Bem manuseada 

esta cepa produz um vinho de cor 

palha com halo verdeal, nariz rico e perfumado, com muita fruta tropical e sabor refrescante e delicioso. No dia 09 de novembro, 05 dos melhores rótulos desta casta estarão sendo provados às cegas por um grupo (já fechado) com o objetivo de encontrar a melhor preço/prazer entre os vinhos. A horizontal (degustação de vinhos distintos de uma mesma cepa e safra) acontecerá no Restaurante Sabor e Arte do Hotel Manary, com o auxílio do grupo baquianas e será sucedida por um jantar de frutos do mar. Estes rótulos podem ser encontrados em Natal.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Churrasco e vinho brasileiro na Alemanha


   Aurora, Casa Valduga, Cordilheira de Santana, Garibaldi, Miolo, Perini e Piagentini tem seus vinhos tintos harmonizados com carne no estande do Brazilian Beef na Anuga 2011.
  Churrasco e vinho. Esta combinação tipicamente gaúcha e brasileira marcou presença na Feira Internacional de Alimentos da Alemanha (Anuga), a maior e mais importante feira de alimentos do mundo, que encerra nesta quarta-feira (12), em Colônia, na Alemanha. Sete vinícolas brasileiras – Aurora, Casa Valduga, Cordilheira de Santana, Garibaldi, Miolo, Perini e Piagentini – tiveram seus vinhos tintos servidos no restaurante do projeto Brazilian Beef, mantido pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) para divulgar a qualidade da carne brasileira. A iniciativa é uma parceria doprojeto Wines of Brasil, realizado pelo Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho) e pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), com a Abiec.
O sabor de cortes como picanha, contra-filé e filé mignon ganharam um sabor a mais este ano com a harmonização dos vinhos tintos verde-amarelos de diversas variedades de uva, tais como Merlot, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Tannat e Marselan. “Nada melhor do que unir churrasco e vinho para uma experiência brasileira completa”, comenta a gerente de Promoção Comercial do Wines of Brasil, Andreia Gentilini Milan.
Um cardápio de vinhos em papel reciclável foi criado pelo Wines of Brasil e distribuído aos visitantes do estande construído com material reciclável, demonstrando a preocupação das instituições de promoção da carne e do vinho brasileiro com a sustentabilidade. No dia 10 de outubro, ocorreu uma coletiva de imprensa sobre carne orgânica no estande, reunindo jornalistas internacionais e grandes importadores de alimentos e bebidas. “A Alemanha foi o nosso quarto país comprador de vinhos no ano passado, por isso a nossa presença na Anuga é fundamental para mostrar a consistência e a crescente evolução de qualidade dos vinhos brasileiros”, Andreia.

Pelo menos dez empresas – Miolo, Aurora, Casa Valduga, Garibaldi, Boscato, Salton, Rio Sol, Cordilheira de Santanna, Lovara e Lidio Carraro – já exportam para a Alemanha. Conforme Andreia, de todas as bebidas alcoólicas, o consumo de vinhos foi o único que não caiu nos últimos anos no país tradicionalmente conhecido como o berço da cerveja. “O vinho brasileiro é autêntico, jovem e focado nas pessoas que procuram uma vida mais alegre e são atentas a novas experiências”, observa, ressaltando a combinação entre curiosidade e novidade que os vinhos brasileiros trazem aos novos consumidores da bebida de Baco. 
Veja os vinhos servidos:

- Miolo Reserva Merlot
- Casa Valduga Premium Cabernet Franc
- Garibaldi Merlot Raschiati
- Leone Tannat/Merlot
- Aurora Reserva Cabernet Sauvignon
- Cordilheira de Santana Merlot/Tannat
- Casa Perini Marselan

ASSESSORIA DE IMPRENSA
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O Ibravin (Vinhos do Brasil e Wines of Brasil) estão presentes nas redes sociais. Confira:

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