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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

VINHO UM AFRODISÍACO MILENAR.



“As bebidas afrodisíacas são uma busca milenar de homens e mulheres, que procuram melhorar ou resolver suas habilidades sexuais, além de despertarem paixões”. 




O vinho é uma das bebidas afrodisíacas mais antigas e potentes do mundo.
Gregos e romanos já utilizavam uma extensa lista de bebidas afrodisíacas, dentre elas o vinho.
Na Roma Antiga, festas relacionadas ao desejo sexual mantinham o vinho como bebida obrigatória, além da tradição de homenagear Baco, o Deus do Vinho.
O vinho aumenta a concentração de hormônios na corrente sanguínea provocando um aumento da libido.
Isso explicaria o fato de algumas mulheres se sentirem mais eufóricas e estimuladas após alguns drinques de vinho.
Além disso, o vinho é rico em polifenóis, substância presente nas sementes e na casca da uva.
Os polifenóis são responsáveis pelas sensações de relaxamento e de bem-estar no organismo, provocando um efeito naturalmente desinibidor no Ser Humano.
Efeitos do vinho durante um encontro amoroso
O vinho auxilia na conquista amorosa ao proporcionar um ambiente mais romântico e descontraído.
Quando duas pessoas se sentem atraídas, a ansiedade e tensão bloqueiam a espontaneidade e naturalidade.
O vinho funciona como relaxante e importante desinibidor natural num primeiro momento, para depois estimular e potencializar a libido e desejo sexual, numa segunda etapa.
Vinhos e substâncias afrodisíacas
Uma ótima dica para relaxar e estimular um encontro amoroso é misturar um pouco de gengibre, canela ou baunilha no vinho.
Tais ingredientes aumentam o poder estimulante da bebida.
Doses adicionais provocam efeitos indesejados, como o mal-estar e até a impotência sexual temporária nos homens, portanto limite-se a três taças para uma noite maravilhosa de sexo e não de sono.

Dez artistas do café brigam pelo título


Realiza-se hoje o segundo Campeonato Barista de Portugal, com dez concorrentes.
Em apenas 16 minutos, têm de preparar quatro cafés expresso, dois cappuccini arte, duas bebidas fantasia com álcool e duas bebidas fantasia sem álcool, tendo como base o café. É este o desafio lançado aos dez candidatos a vencedores do 2.º Campeonato Baristas de Portugal. Aberto ao público, uma oportunidade para ver, hoje a partir das 10.30, os melhores artistas nacionais do café em acção, no Hotel Miragem, em Cascais.
Dez artistas do café lutam pelo títuloMas, afinal, o que é um barista? "Ser barista é trabalhar o café e promover a cultura do café. Não é quem serve num bar", explica Luís Vilhalva, barista formador da Escola Grão Maior, em Campo Maior, a única no País nesta arte.
A decisão sobre o vencedor fica a cargo de um júri constituído por jurados formados e homologados pelo Fórum Cultural do Café, associação que tem como principal objectivo difundir a cultura e o consumo do café junto de profissionais e consumidores em geral.
Se faz parte dos 80% de portugueses que consomem café diariamente, segundo as estimativas da Associação Industrial e Comercial do Café, até pode parecer estranho que se aposte no aumento do consumo. Mas dados da Associação Industrial e Comercial do Café indicam que em Portugal se consomem apenas quatro quilos de café per capita, valores muito distantes dos registados nos Estados Unidos e no Norte da Europa, onde o consumo chega quase aos catorze quilos per capita.
Outra grande diferença é o facto de os portugueses beberem café sobretudo fora de casa, ao contrário desses mercados. Uma tendência ligeiramente alterada com o lançamento das novas máquinas de café e das cápsulas de café.
Mas mesmo essas simples cápsulas podem ser a base de um café mais elaborado ou de uma bebida, como vão hoje mostrar os dez candidatos ao título nacional de barista. Durante a prova, cada participante pode escolher a música para acompanhar a prestação e, durante a preparação das bebidas, tem de as ir comentando.
A apresentação e os atributos de cada bebida são dois dos critérios a classificar por dois jurados sensoriais, enquanto os dois jurados técnicos avaliam a forma de preparação de cada bebida bem como o tempo de execução. Ao jurado coordenador cabe assegurar que tudo é confeccionado respeitando as normas estabelecidas.
"Vestuário, presença e atitudes também são avaliados, porque um bom profissional tem de ser excelente na sua interacção com o público", explica Luís Vilhalva.
O vencedor vai representar Portugal no Campeonato Barista espanhol, que se realiza em Barcelona entre 6 e 9 de Novembro.

Beber com moderação não prejudica o bebê durante a gravidez, diz pesquisa



Grávida bebendo vinho
Diante da polêmica que envolve a nova descoberta, os médicos alertam que, na dúvida, o ideal é que a mulher fique longe dos drinques alcoólicos.

Degustar  uma taça de vinho ou degustar um drink em encontros sociais pode não ser mais um risco para gestantes. De acordo com uma pesquisa publicada noJournal of Epidemiology and Community Health, beber até dois copos de bebida alcoólica por semana durante a gravidez não representa um risco para a criança. Muito pelo contrário. As crianças nascidas de mães que beberam pouco nos nove meses da gestação são menos suscetíveis a ter problemas comportamentais e tem melhores resultados em testes comportamentais e cognitivos.
Quando uma mulher grávida ingere uma bebida alcoólica, as substâncias presentes no líquido são transferidas para o feto pela placenta. Com o organismo ainda em formação, o bebê tem menos capacidade de lidar com o álcool e, acreditava-se, poderia ser prejudicado independente da quantidade absorvida. Os problemas emocionais e de comportamento, no entanto, foram vistos apenas em filhos de mulheres com o costume de exagerar constantemente da bebida.
“Apesar da pesquisa, é importante lembrar que beber com moderação tem significados diferentes para cada pessoa”, diz Chris Sorek, executivo da organização britânica Drinkaware. “Há um risco de que as gestantes vejam essa pesquisa como um sinal verde para beber quantidades pequenas, mas elas podem acabar bebendo mais do esperavam e causar danos ao feto”, diz. Diante das polêmicas que envolvem a nova descoberta, os médicos alertam que, na dúvida, o ideal é que a mulher fique longe dos drinques alcoólicos.

Top 5: Adilson Batista,EX- técnico do Timão, escala os vinhos preferidos



Dois italianos, um chileno, um argentino e um uruguaio compõem a lista


Adilson Batista Corinthians Top 5Adilson Batista aprendeu a gostar de vinhos no Sul
(Foto: Editoria de Arte / GLOBOESPORTE.COM)
Após as eliminações no Paulistão e na Libertadores, Adilson Batista tem a missão de dar ao Corinthians o único título restante no ano do centenário. Mas, nas horas em que fica distante do trabalho pesado do Parque São Jorge, o treinador aproveita para curtir a família e se dedicar a uma de suas paixões: o apreço pelos vinhos. Abaixo, o treinador cita cinco dos que mais gosta, mas ressalta: “É difícil escolher”.
Na preferência do treinador, que aprendeu a apreciar a bebida com a família, fixada no interior do Paraná, a América do Sul bate a Europa por 3 a 2. Dois italianos, um argentino, um chileno e um uruguaio aparecem na lista. Veja abaixo:
AmaroneEsse é um dos melhores vinhos que já provei. Um italiano bastante encorpado.
BrunelloEu ganhei alguns desse quando jogava no Japão. É um italiano muito bom.
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Angelica Zapata
Outro que encontrávamos na Ásia. Um argentino excelente para depois de um dia de trabalho.
Bouza
É um vinho uruguaio de ótima qualidade.
AlmavivaOutro que gosto bastante. Chileno. Tem muito vinho bom. Fica difícil até falar.

Vinho do Porto tem cada vez mais aceitação no Brasil



Entre janeiro e agosto os produtores portugueses facturaram 3,1 milhões de euros com a venda de vinho do Porto para o Brasil, mais 32,5% que no ano passado.


Este ano foram várias as provas de vinhos portugueses no Brasil.
Lisboa - O vinho é tradicionalmente um dos produtos que Portugal mais exporta para o Brasil. Mas há um em especial que está a ganhar destaque entre os consumidores brasileiros. Nos primeiros oito meses deste ano as vendas de vinho do Porto para o Brasil cresceram 32,5% face a 2009, atingindo um volume de negócios superior a 3,1 milhões de euros.

O crescimento das vendas de vinho do Porto para o Brasil é significativo. O crescimento total registado pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP) é de 7,6%, para uma facturação de 200,1 milhões de euros. O mercado brasileiro fica, portanto, bastante acima da média de expansão das vendas de vinho do Porto.

O próprio mercado português, que é o segundo maior consumidor deste vinho generoso, tem um crescimento mais modesto, com as vendas para consumo interno a acumularem uma subida de 15,1% nos primeiros oito meses deste ano (somam 29,2 milhões de euros).

O Brasil é o 11º maior consumidor mundial de vinho do Porto. Com apenas 1,6% das compras globais de vinho do Porto, o mercado brasileiro tem ainda muito espaço para conquistar entre os grandes consumidores deste tradicional produto português. Mas nos primeiros oito meses do ano, dos 25 maiores mercados identificados pelo IVDP, o Brasil teve a oitava maior taxa de crescimento.

O mercado para onde as vendas de vinho do Porto mais estão a crescer este ano é a Dinamarca (mais 189%), seguida da Rússia (119%) e Nova Zelândia (103%). O maior mercado para o vinho do Porto é a França, que de janeiro a agosto importou 53,3 milhões de euros, um valor 2,5% abaixo do que registara em igual período de 2009.

Já no ano passado o Brasil ficou na 11ª posição entre os mercados de consumo do vinho do Porto, com importações de 4,1 milhões de euros, ligeiramente abaixo dos 4,4 milhões de euros registados em 2008.

Este ano as vendas para o Brasil seguem em alta. A verdade é que o IVDP tem procurado dar a conhecer os vinhos portugueses no exterior e no primeiro semestre o Brasil esteve na agenda. Em maio deste ano o IVDP promoveu no Brasil um conjunto de acções de promoção, incluindo duas provas de vinhos do Douro e do Porto no Rio de Janeiro e em Brasília e duas provas comentadas com jantar harmonizado nas mesmas cidades. Em abril as mesmas iniciativas foram levadas a São Paulo e Curitiba.

Brasil é o terceiro maior consumidor de vinhos do Douro

Os dados já divulgados pelo IVDP para outros produtos além do vinho do Porto também denotam maior procura do consumidor brasileiro. No primeiro semestre o Brasil figura como o terceiro maior mercado para os vinhos da região do Douro.

Com 1,66 milhões de euros em vendas para o Brasil de janeiro a junho, os produtores durienses levam este ano um crescimento do negócio com o mercado brasileiro da ordem dos 42%.

No final de junho o Brasil apenas perdia para Portugal (vendas de 23,7 milhões de euros) e Canadá (2 milhões de euros), ultrapassando até os Estados Unidos da América (1,45 milhões de euros).

Até no vinho moscatel o Brasil demonstra maior apetência. No primeiro semestre foi exportado para o mercado brasileiro o equivalente a 20 mil euros, um crescimento de 148% na comparação com a primeira metade do ano passado.